segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Nazaré da Mata - PE - Terra do Maracatu

Encontro de Maracatus Rurais
em Nazaré da Mata - PE - 15/02/2010
foto: Gilderlan Pereira da Silva

Maracatu Rural


Origem do Maracatu Rural

Uma mistura afro-indígena - O Maracatu de Baque Solto também chamado de Maracatu de Orquestra ou Rural, surgiu no interior do Estado de Pernambuco mais precisamente na Zona da Mata Norte, nos fins do século XX. Sua origem deriva, no entanto, nais diretamente das cambindas, um folguedo exclusivamente masculino composto por negros vestidos com figurinos de femininos. O nome cambinda também se refere a uma região da África, próxima à foz do Rio Congo e a uma peixe miúdo. Cambinda também eram chamados um grande número de escravos vindos da África para o Brasil..Se antes o maracatu só admitia homens, a partir das anos 30 ele passou a agregar as mulheres.

Música

Baque é sinônimo de toque. Nos maracatus de orquestra, em que participa apenas uma zabumba, ocorre o "toque solto" ou "baque solto".
Instrumentos:
Zabumba, surdo, tarol, cuíca, gouguê, ganzá, trombone, clarinete e trompete obedecem ao apito do mestre cantador, figura que define início e fim de cada momento da orquestra. O mestre apita, levanta a bengala, a orquestra pára.

Dança

É na dança que a bonita fantasia do caboclo se destaca, quando levanta e baixa a sua guiada enfeitada com dezenas de metros de fitas e a sua cabeleira muito colorida e brilhante feita de tiras de papel celofane, encanta a todos por onde passam.

As Sambadas

Na cidade ou nos engenhos, acontecem sempre aos sábados e tem por finalidade ensaiar os grupos. é uma grande confraternização de brincantes, sem fantasias oficiais, é um embate poético entre mestres cantadores distintos. Um genuíno desafio de poetas do improviso.

A Indumentária

Destaca-se no Maracatu de Baque Solto, a criatividade e a beleza das fantasias dos caboclos de lança e de pena.
O caboclo de lança veste-se com: ceroulão(calça de chitão), fofa(calça frouxa com franja), meião e camisa de manga comprida, sobre a qual são clocados o surrão(armação de madeira com 4 ou 5 chocalhos)e a grande gola clorida e caprichosamentebordada com miçangas, vidrilhos e lantejoulas. Na cabeça um lenço xadrez e uma cabeleira colorida composta por tiras coloridas de papel celofane. Seguram com firmeza uma lança(guiada), enfeitada com fitas multicoloridas.

O caboclo de pena também usa ceroulão, fofa, camisa de manga comprida e calça meião e tênis. As diferenças do caboclo de lança são o tamanho da gola colorida, que ´menor e cocar dpenas, em vez da cabeleira e no lugar da lança, o machado, que também é enfeitado com fitas multicolorida.

Religiosidade e Misticismo

O Maracatu Rural é envolto em mistérios. Entidades protetoras são invocadas do sobrenatural a fim de que propiciem aos brincantes sucesso nas andanças.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Felicidade





CULTIVE A FELICIDADE


Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...

E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A Escola - Paulo Freire





A ESCOLA

"Escola é...
o lugar onde se faz amigos
não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os lados’.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém
nada de ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora , é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,ser feliz."

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Planejamento Escolar



Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou a sua construção”.Quem ensina, aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.”(Paulo Freire)


O que é Planejamento?

Ø É processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego dos meios materiais e dos recursos humanos.
Ø É processo que se preocupa com “para onde ir” e “como chegar lá”.
Ø É processo de análise crítica.
Ø É processo contínuo e sistematizado de projetar e decidir ações em relação ao futuro.


O Trabalho Docente

Ø O trabalho docente é uma atividade consciente e sistemática, cujo centro está a aprendizagem ou o estudo dos alunos sob a direção do professor. A complexidade deste trabalho não está vinculada apenas à sala de aula; está também diretamente ligado a exigências sociais e à experiência de vida dos alunos.

Funções do planejamento:

Ø Assegurar a racionalização, organização e coordenação do trabalho docente, permitindo ao professor e escola um ensino de qualidade, evitando a improvisação e a rotina;

Ø Explicitar princípios, diretrizes e procedimentos do trabalho docente que assegurem a articulação entre as tarefas da escola e as exigências do contexto social e do processo de participação democrática;

Ø Atualizar o conteúdo do plano, aperfeiçoando-o em relação aos progressos feito no campo de conhecimentos e a experiência cotidiana;

Ø Facilitar a preparação das aulas: selecionar o material didático em tempo hábil, saber o que professor e aluno devem executar, replanejar o trabalho frente a novas situações que parecem no decorrer das aulas.


Ø A ação de planejar, portanto não se reduz ao simples preenchimento de formulário para controle pedagógico; deve ser uma atividade consciente de previsão das ações docentes, fundamentadas em opções político-pedagógicas, e tendo como referência permanente as situações didáticas concretas (ou seja, problemática social, econômica, política e cultural que envolve a comunidade escolar que interagem no processo de ensino).

Por que é tão difícil envolver os docentes nas práticas de planejamento?

NÃO É POSSIVEL PLANEJAR

POR QUE?

O QUE DIZEM OS PROFESSORES

DESCRENÇA NO PLANEJAMENTO

Do jeito que o planejamento vem sendo feito não funciona

É MUITO COMPLICADO

É HORA DA REALIDADE

PROCESSO NÃO ACONTECE

FALTA COMPROMISSO

LIMITA O TRABALHO

É preciso resignificar a prática do planejamento

NOSSO DESAFIO É RESGATÁ-LO COMO POSSÍVEL, NECESSÁRIO

Tipos de Planejamento

Ø Ensinar bem é saber planejar.O planejamento deve estar presente em todas as atividades escolares. É a etapa mais importante do projeto pedagógico, porque é nesta etapa que as metas são articuladas a estratégia e ambas são ajustadas às possibilidades reais.

Ø O Plano da escola
Ø O Plano do ensino
Ø O Plano de disciplina
Ø O Plano de unidade
Ø O Plano de aula


Ø O plano da escola traz orientações gerais que vinculam os objetivos da escola ao sistema educacional.O plano de ensino se divide em tópicos que definem metas, conteúdos e estratégias metodológicas de um período letivo.O plano de aula é a previsão de conteúdo de uma aula ou conjunto de aulas.

Ø Planejar requer: -Pesquisar sempre - Ser criativo na elaboração da aula - Estabelecer prioridades e limites - Estar aberto para acolher o aluno e sua realidade - Ser flexível para replanejar sempre que necessário
Ø Os planos precisam estar vinculados à prática, por isso muitas vezes precisam ser revistos e refeitos.- O professor precisa ir criando e recriando sua própria didática, enriquecendo sua prática profissional e ganhando mais segurança.- O planejamento deve ser encarado também como uma oportunidade de reflexão e avaliação da sua prática.

O Plano deve ser um instrumento para a ação:

Ø O plano é um guia de orientação
Ø Deve ser flexível, está sujeito à modificações
Ø O plano deve ter uma ordem seqüencial progressiva- passos- lógica
Ø Deve primar pela objetividade
Ø Deve ter coerência entre as idéias e a prática
Ø Os planos precisam estar vinculados à prática, por isso muitas vezes precisam ser revistos e refeitos.
Ø O planejamento deve ser encarado também como uma oportunidade de reflexão e avaliação da sua prática.

O Plano deve ser um instrumento para a ação:

Ø O plano é um guia de orientação
Ø Deve ser flexível, está sujeito à modificações
Ø O plano deve ter uma ordem seqüencial progressiva- passos- lógica
Ø Deve primar pela objetividade
Ø Deve ter coerência entre as idéias e a prática
Ø Os planos precisam estar vinculados à prática, por isso muitas vezes precisam ser revistos e refeitos.
Ø O planejamento deve ser encarado também como uma oportunidade de reflexão e avaliação da sua prática.


Referências Bibliográficas


SILVA,Maria Aparecida Félix do Amaral ,Planejamento e Ação Docente 2005. Disponível em http://www.lo.unisaf.br/PLANEJAMENTO%20%25E%25AÇÃO%20DOCENTE%202.ppt.ppt
www.unibem.br/pos/bel/aulas

BAFFI,Maria Adélia Teixeira. O planejamento em educação: revisando conceitos para mudar concepções e práticas.In: BELLO,José Luiz de Paiva. Pedagogia em Foco, Petrópolis,2002.Disponível em: www.pedagogiaemfoco.pro.br/fundam02.htm


http://www.images.google.com.br/

Bullyng


Tema obrigatório em 2010

A Lei 13.995 sancionada pelo governador Eduardo Campos - PE no dia 23 de Dezembro, é um instrumento legal para evitar que o bullying seja esquecido. A partir de 2010, o tema deve ser discutido entre professores, alunos e pais.
A lei inclui o bullying como elemento obrigatório no conteúdo pedagógico das escolas públicas e privadas de Pernambuco. ( Diário de Pernambuco, 28/12/2009, Vida Urbana, pág. A10).

O que se entende por bullying ?

Bullying é uma forma de agressão que ocorre nas escolas, ambientes de trabalho, caracterizada pelas ações de dominação de um indivíduo (bully) sobre outro (vítima), através de repetido comportamento agressivo.

As brincadeiras de mau gosto, disfarçadas por um duvidoso senso de humor, é bullying, mas é usado quando crianças e adolescentes recebem apelidos que os ridicularizam e sofrem humilhações, ameaças, intimidação, roubo e agressão moral e física por parte dos colegas


A maioria das situações de intimidação ocorre em contexto escolar (recreios, casas de banho, refeitórios e salas de aula) ou no percurso entre a casa e a escola. Habitualmente acontece quando não existem adultos por perto. Assim, é fundamental que os pais, familiares e a escola estejam sensibilizados e aprofundem o seu conhecimento acerca deste tema.


Tipos de Bullying

Verbal: chamar nomes, ser sarcástico, lançar calúnias ou gozar com alguma característica particular do outro (“gordo”; “caixa de óculos”; “trinca-espinhas”).

Físico: puxar, pontapé, bater, beliscar ou outro tipo de violência física.

Emocional: excluir, atormentar, ameaçar, manipular, amedrontar, chantagear, ridicularizar, ignorar.

Racista: toda a ofensa que resulte da cor da pele, de diferenças culturais, étnicas ou religiosas.


Cyberbullying: utilizar tecnologias de informação e comunicação (Internet ou telemóvel) para hostilizar, deliberada e repetidamente, uma pessoa, com o intuito de a magoar.


Alguns sinais de bullying

Os pais devem ficar atentos ao comportamento dos filhos. Veja os indícios.

Demonstrar falta de vontade de ir à escola.
Sentir-se mal perto da hora de sair de casa.

Pedir para trocar de escola.
Revelar medo de ir ou voltar da escola.
Pedir sempre para ser levado à escola.
Mudar frequentemente o trajeto entre a casa e a escola.

Apresentar baixo rendimento escolar.
Voltar da escola, repetidamente, com roupas ou livros rasgados.

Chegar muitas vezes em casa com machucados inexplicáveis.
Tornar-se uma pessoa fechada, arredia.
Parecer angustiado, ansioso, deprimido.
Apresentar manifestações de baixa autoestima.
Ter pesadelos frequentes, chegando a gritar “socorro” ou “me deixa” durante o sono.

Perder, repetidas vezes, seus pertences, seu dinheiro.
Pedir sempre mais dinheiro ou começar a tirar dinheiro da família.
Evitar falar sobre o que está acontecendo, ou dar desculpas pouco convincentes para tudo.
Tentar ou cometer suicídio.

Fonte: Observatório da Infância


O que é que a escola pode fazer?

A escola tem um papel fundamental, tanto ao nível da prevenção como da intervenção.
É importante ter presente que:

Todos somos responsáveis por promover um ambiente seguro para todas a crianças, para que estas possam desenvolver-se numa atmosfera descontraída e segura.

O bullying e outros tipos de comportamentos violentos são inaceitáveis.
Todos os profissionais, governantes, crianças e pais devem ter uma compreensão do bullying.

Devem ser postos em prática e disseminados procedimentos para relatar acontecimentos intimidatório.

Todas as crianças devem ser informadas acerca da importância de contar a um adulto que estão a ser intimidadas e saber que se deve lidar com estes incidentes de uma forma imediata e eficaz.

Se uma criança lhe quiser contar uma situação de bullying deverá:

Procurar um espaço tranquilo e pedir-lhe que ela lhe conte exatamente o que aconteceu.

Acreditar em tudo o que a criança lhe contar e valorizar o fato dele o ter conseguido fazer.

Dizer á criança intimidada que a culpa da intimidação não é dela e garantir que irá apoiá-la na resolução do problema.

Procedimentos de Intervenção

Numa situação de bullying deverá:
Falar com as crianças envolvidas num espaço tranquilo e seguro.

Relatar os incidentes à equipe.

Nos casos de abusos mais sérios, os incidentes devem ser registrados pela equipe.
Os pais das crianças envolvidas devem ser informados e deve ser pedido para comparecerem numa reunião para discutir o problema.
Se for necessário e apropriado, a polícia deve ser consultada.

O comportamento intimidador e os traços ameaçadores devem parar imediatamente.

Deve ser feita uma tentativa para apoiar o/a intimidador/a na alteração o seu comportamento.

O/a intimidador/a deve pedir desculpa e ser responsabilizado/a pelo seu comportamento.
Em situações mais graves deve ser considerada a suspensão ou mesmo a expulsão.

Se possível, as crianças ou jovens devem reconciliar-se.

É fundamental ter em conta que o Bullying é um problema público, de forma a retirar do isolamento as crianças e jovens sujeitos a este tipo de violência.


Referências Bibliográficas

• TELLES, Marta.Diário de Pernambuco,Vida Urbana,28/12/2009, p.A10
• ZISMAN, Meraldo.Psicoterapeuta de Jovens e família

Site:
http://www.amcv.org.pt/

http://www.images.google.com.br/

http://www.observatorioinfancia.com.br/

Pesquisa Escolar




Atividade de Pesquisa

A atividade de pesquisa nem sempre cumpre seu papel em relação ao desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos e a construção de conhecimentos.

As ações de muitos professores em relação à atividade de pesquisa resumem-se, a oferecer aos alunos um roteiro contendo: uma data para entrega do trabalho; a solicitação dos nomes dos alunos integrantes do grupo; a indicação das partes que o trabalho deve conter, como por exemplo: introdução, objetivo, justificativa, desenvolvimento, bibliografia; a indicação do conteúdo a ser pesquisado; além de algumas dicas orientadoras,como por exemplo, “ a entrega do trabalho fora do prazo implica diminuição na nota”, entre outras.

Pesquisa: o que é

A palavra “pesquisa” tem origem na palavra latina perquiro, que quer dizer “ procurar cuidadosamente, em todo lugar e de modo aprofundado, perguntar sobre, descobrir”

Podemos definir “pesquisa escolar” como atividade sistematizada e mediada entre sujeitos, pautada em instrumentos que propiciam a construção do conhecimento e o desenvolvimento da autonomia, por meio de ações com características de reflexão crítica, que priorizam descobrir, questionar, analisar, comparar, criticar, avaliar, sintetizar, argumentar, criar.

Pesquisa: por que e para que fazer

A pesquisa abre espaços para que o aluno trabalhe com suas indagações pessoais e desenvolve opiniões próprias, fundamentadas, a respeito dos temas pesquisados.

O que tem impedido os alunos se transformarem em pesquisadores são as práticas educacionais vividas pelos professores quando estudantes e por processos de formação docente que privilegiaram discussões sobre estratégias pautadas na transmissão de conhecimento e no poder da quantidade de informações,vêem-se despreparados para orientar seus alunos em relação a tarefa de pesquisa.


É importante considerar que todas as competências e habilidades que um aluno poderá desenvolver a partir desse trabalho passam, em primeiro lugar, pela intencionalidade dos professores e por sua co-responsabilidade em relação ao fazer do aluno e à sua aprendizagem.


Pesquisa: como fazer?

1. Organização dos grupos de alunos.

2. Elaboração de um projeto preliminar com indicações claras sobre os pontos pretendidos para o desenvolvimento da investigação.
-O papel do professor como mediador é fundamental.
- Selecionar os materiais para pesquisa. E quando estes não estão ao acesso do aluno o professor tem papel fundamental: deixar emergir a sua criatividade e provocar motivação dos alunos, apresentando, materiais relevantes ao estudo.

3. Elaborar textos preliminares relacionados ao foco da pesquisa.
- Elaboração do objetivo e justificativa para o trabalho.
Justificativas exigem relação entre o conteúdo escolhido para estudo e seu papel no desenvolvimento do educando.
- Reescrita
4. Leitura de textos selecionados.

5. Reelaboração de textos produzidos.
- Reescrita a partir das orientações orais do professor e comentários apresentados.

6. Organização final da pesquisa
- Elaboração e discussão sobre o formato da apresentação, em grupo e com o professor.

Referência Bibliográfica

• NININ, Maria Otília Guimarães,Pesquisa na escola: que espaço é esse? O do conteúdo ou o do pensamento crítico.