sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meu destino



O ontem se foi, mas as experiências vividas se refletirão nas
de hoje. Aprendemos tanto com as boas quanto com as más situações.
Da mesma forma, a jornada que percorremos hoje vai
influenciar o rumo que tomaremos amanhã.
Não podemos refazer o que passou, mas podemos incorporar tudo o que
a vida está nos oferecendo a partir de agora.
“Não preciso voltar ao passado nunca.
Meu destino está no futuro.
E posso ter certeza de que o que está por vir
vai me trazer tudo o que desejo. E mais.”
http://www.portalangels.com/mensagens_e_poesias/mensagem-do-dia/meu-destino.html

domingo, 30 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Ato de Educar

O ato de educar não é mecânicamente profissional.

O ato de educar é de mais árdua paixão, de amor incondicional, de amor sem limites.

O ato de educar exige engajamento, comprometimento, abnegação.

É uma luta física e mental diária onde buscamos muito mais do que um simples salário no fim do mês...

Buscamos atingir todos os objetivos...

Desenvolver todas as habilidades...

Orientar todos os conhecimentos...

Facilitar todas as aprendizagens...

O prêmio?

É a realização pessoal vinda através de um sorriso de criança frente a uma nova descoberta.

Somos, sim! Sonhadores de um mundo justo repleto de cidadãos críticos,questionadores, participantes,

ativos numa Sociedade que deve ser igualitária, digna, honesta...

Acreditamos no ato de educar em busca do nosso sonho.

Ousamos no desafio de inovar dentro da sala de aula.

Somos partículas de Deus enviadas especialmente para essa sublime missão: Educar!

E particulamente se você quer educar, leia e indique o verdadeiro amor (Ágape).

Educador

Aquele que caminha com o tempo, propondo paz,

Fazendo união, despertando sabedoria.

Educador é aquele que estende a mão, inicia o diálogo e Encaminha para a aventura da vida.

Não é o que ensina fórmulas, regras, raciocínios,

Mas o que questiona e desperta para a realidade.

Não é o que dá de seu saber, mas aquele que faz germinar o saber do discípulo.

Educador é você, professor amigo, professora amiga que compreendem, estimulam, comunicam e enriquecem

com as suas esperanças, o saber e a ternura,

Os que estão sob nossa responsabilidade.

Educar é ser responsável.

Educar é levar ao colo do Senhor, e a melhor maneira de irmos ao colo do Senhor é pelo verdadeiro amor.

Professores

1. A você foi confiado a mais importante das tarefas: EDUCAR!

2. Educar é abrir novos horizontes.

3. E quantos espinhos encontra em sua missão!

4. Incompreensão, rebeldia, desgaste.. Sim, educar, é muito difícil!

5. Mas ao primeiro sinal de êxito, nossas forças se renovam.

6. Nós nascemos para nos doarmos, para nos multiplicarmos nos pequenos rostos que nos cercam.

7. Às vezes pensamos que ninguém percebe a grandiosidade de nossa missão!

8. Há muitos que nos observam e sentem o quanto nós somos importantes no contexto humano do desenvolvimento.

9. Num trabalho paciente e incessante, formamos o caráter, a estrutura do ser humano.

10. Nossa missão é divina.

11. O nosso trabalho é nobre. De nós nasce a razão e o progresso!

12. De nós nasce a união e a harmonia de um povo!

13. Esqueçamos o cansaço, a preocupação!!!

Há muita gente desejando nossa felicidade!!!

14. Professor: Exemplo de amor extremo.

Dando aulas semeia instrução.

15. Ensina o bem, o amor e a oração. Eis o grande missionário: O PROFESSOR!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Crescer é

Ser cada dia um pouco mais nós mesmos...

Se doar espontaneamente sem cobrar inconscientemente...

Aprender a ser feliz de dentro para fora...

Buscar no próximo um meio de nos prolongarmos...

Sentir a vida na natureza...

Entender a morte como natural da vida...

Conseguir a calma na hora do caos...

Ter sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente...

Saber a hora exata de parar e buscar um algo novo...

Não se prender no passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro...

Reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes...

Conseguir a liberdade com equilíbrio para não sermos libertinos...

Exigir dos outros, apenas o que nós damos a eles...

Realizar sempre algo edificante...

Ser responsável por nossos atos e por suas conseqüências...

Entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer...

Nos amarmos para que possamos amar os outros como nós mesmos...

Assumir que nunca seremos grandes, mas que o importante é estar sempre em crescimento...

domingo, 18 de abril de 2010

19 de abril - Dia do Índio

ÍNDIOS EM PERNAMBUCO



Índio Xucuru





Índios Fulni-ô









Quando os primeiros europeus chegaram ao território brasileiro, no início do século XVI, vários grupos indígenas ocupavam a região Nordeste. No litoral, predominavam as tribos do tronco linguístico tupi, como os Tupinambás, Tabajaras e os Caetés, os mais temíveis. No interior, habitavam grupos dos troncos linguísticos Jê, genericamente denominados Tapuias.

Como em outras regiões brasileiras, a ocupação do território em Pernambuco começou pelo litoral, nas terras apropriadas para a agroindústria do açúcar, onde os indígenas eram utilizados pelos portugueses como mão-de-obra escrava nos engenhos e nas lavouras, especialmente por parte daqueles que não dispunham de capital suficiente para comprar escravos africanos.

Após um período de paz aparente, os índios reagiram a esse regime de trabalho através de hostilidades, assaltos e devastações de engenhos e propriedades, realizados principalmente pelos Caetés, que ocupavam a costa de Pernambuco.

A guerra e a perseguição dos portugueses tornaram-se sistemáticas, fazendo com que os índios sobreviventes tivessem que emigrar para longe da costa. Porém, a criação de gado levou os colonizadores a ocupar terras no interior do Estado, continuando assim a haver conflitos.

As relações entre os criadores de gado e os índios, no entanto, eram bem menos hostis do que com os senhores de engenho, mas a sobrevivência das tribos, que não se refugiavam em locais remotos, só era possível quando atendia aos interesses dos criadores e não era assegurada aos indígenas a posse de suas terras.

Durante os dois primeiros séculos do Brasil Colônia, as missões religiosas jesuíticas eram a única forma de proteção com que os índios contavam. Com a expulsão dos jesuítas, em 1759, os aldeamentos permaneceram sob a orientação de outras ordens religiosas, sendo entregues, posteriormente, a órgãos especiais, porém as explorações e injustiças contra o povo indígena continuaram acontecendo.

Sabe-se, através de algumas fontes, que nos séculos XVIII e XIX uma quantidade indeterminada de índios foi aldeada no território pernambucano, mas aparentemente não há registros de sua procedência.

Existiam os aldeamentos dos Garanhuns, próximo à cidade do mesmo nome; dos Carapatós, Carnijós ou Fulni-ô, em Águas Belas; dos Xucurus, em Cimbres; dos Argus, espalhados da serra do Araripe até o rio São Francisco; dos Caraíbas, em Boa Vista; do Limoeiro na atual cidade do mesmo nome; as aldeias de Arataqui, Barreiros ou Umã, Escada, da tribo Arapoá-Assu, nas margens dos rios Jaboatão e Gurjaú; a aldeia do Brejo dos Padres, dos índios Pankaru ou Pankararu; aldeamentos em Taquaritinga, Brejo da Madre de Deus, Caruaru e Gravatá.

No século XIX, a região do atual município de Floresta e diversas ilhas do rio São Francisco se destacavam pelo grande número de aldeias, onde habitavam os índios Pipiães, Avis, Xocós, Carateus, Vouvês, Tuxás, Aracapás, Caripós, Brancararus e Tamaqueús.

O desaparecimento da maioria das tribos deve-se às diversas formas de alienação de terras indígenas no Nordeste ou da resolução do Governo de extinguir os aldeamentos existentes.

Dos grupos que povoaram Pernambuco, salvo alguns sobreviventes, pouco se sabe. O fato dos índios não possuírem uma linguagem escrita, dificultou muito a transmissão das informações.

Existem legalmente em Pernambuco, sete grupos indígenas: os Fulni-ô, em Águas Belas; os Pankararu, nos municípios de Petrolândia e Tacaratu; os Xucuru, em Pesqueira; os Kambiwá, em Ibimirim, Inajá e Floresta; os Kapinawá, em Buíque os Atikum, em Carnaubeira da Penha e os Truká, em Cabrobó. Esses três últimos grupos foram identificados mais recentemente.

Após terem passado por uma série de mudanças ambientais e culturais, esses índios conseguiram sobreviver e, apesar de terem estabelecido contato com os não-índios, alguns ainda conservam, ainda que precariamente, traços da sua tradição.

Todos se auto-identificam como indígenas e pouco se diferenciam uns dos outros racial ou culturalmente. Devido à forte miscigenação com brancos e negros, a sua aparência física perdeu a identidade.

São índios aculturados, mas que mantêm sua sociedade à parte. As tradicionais figuras do cacique e do pajé, ainda sobrevivem em todos os grupos, assim como o toré é dançado em todas as comunidades, não apenas como divertimento, mas também na transmissão de traços culturais. Com exceção dos Fulni-ô, nenhum dos grupos conservou o idioma tribal.

O índio teve uma grande influência na formação étnica, na cultura, nos costumes e na língua portuguesa falada no Brasil. Em Pernambuco, palavras como Gravatá, Caruaru, Garanhuns e bairros do Recife com Parnamirim e Capunga, estão associados a antigos locais de moradia indígena.

Atualmente, os principais problemas enfrentados pelos grupos indígenas pernambucanos são os conflitos entre facções rivais da tribo Xucuru; a influência do tráfico de drogas entre os Truká e a invasão de terras pertencentes aos Fulni-ô.

Pernambuco é o quarto Estado do Brasil em número de indígenas.

Fonte: GASPAR, Lúcia. Índios em Pernambuco. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: . Acesso em: 18 abr. 2010.

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